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 A ONU decide impôr à Santa Sé como deve ser nossa doutrina

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Presbítero Maurício
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Presbítero Maurício

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09022014
MensagemA ONU decide impôr à Santa Sé como deve ser nossa doutrina


A ONU decide impôr à Santa Sé como deve ser nossa doutrina ONUVaticano-300x217


Dom Silvano Tomasi, Observador Permanente da Santa Sé ante as Nações Unidas em Genebra, fez, no dia de ontem, críticas muito sérias ao modo injusto e ideológico como a ONU tratou o Vaticano em relação aos casos de pedofilia nas suas observações conclusivas da Comissão da ONU sobre os Direitos da Criança e podemos ver no relatório a imposição das preferências da ONU sobre a moral e disciplina da Igreja.

A ONU, neste Comitê, acusou o Direito Canônico por não proteger a criança contra discriminação e ainda ousou ditar normas ao Direito Canônico:

“O Comitê recomenda que a Santa Sé empreenda uma abrangente revisão no seu quadro normativo, em particular o Direito Canônico, com uma visão garantindo uma conformidade total com a Convenção” (n. 14)

O relatório está recheado de recomendações invasivas que ditam que a Santa Sé deve promover a Convenção na formação dos seminaristas, fornecer o material da mesma onde a Igreja atua com os direitos que a ONU ditar. Em resumo: quer impor que a Igreja desperdice tempo e esforço promovendo o “Evangelho das Fundações Internacionais”.

Também o relatório se esforça por impor à Santa Sé que condene toda forma de “discriminação” de gênero:

“O Comitê insta a Santa Sé a fazer uso de sua autoridade moral para condenar todas as formas de perseguição, discriminação e violência contra as crianças baseados em sua orientação sexual ou a orientação sexual de seus pais e apoie os esforços de nível internacional pela descriminalização da homossexualidade.” (n. 26)

“O Comitê reitera que a Santa Sé não fornece informação das medidas tomadas para promover a igualdade entre meninas e meninos e para remover os estereótipos de gênero [a família natural] dos livros didáticos das escolas católicas como requerido pelo Comitê em 1995.” (n. 27)

E a invasão não para por aí, pois impõe que se adeque aos programas de “saúde reprodutiva” ou “planejamento familiar”:

“O Comitê insta a Santa Sé que trate do abandono de bebês através do fornecimento de planejamento familiar, saúde reprodutiva, …” (n. 36)

Ao final, não teme impor descaradamente à Igreja que reconheça todas as formas de família, mesmo que isso destrua a liberdade religiosa da mesma:

“O Comitê recomenda que a Santa Sé garanta que a lei Canônica disponha à reconhecer a diversidade de contextos familiares e não discrimine crianças baseados nos tipos de família em que vivem” (n. 49)

Também ataca descaradamente a doutrina contra o aborto:

“O Comitê insta a Santa Sé que reveja sua posição sobre o aborto que expõe a vida e saúde de meninas grávidas à riscos evidentes.” (n. 55)

Com isso, Dom Silvano Tomasi, exclamou alarmado com o ataque ideológica à doutrina, disciplina e liberdade da Igreja e reiterou que a Igreja pretende cumprir o que se encontrava no texto da Convenção sem esses desvios ideológicos:

“A Santa Sé responderá, porque é um membro, um Estado Parte da Convenção, que a ratificou e pretende observar no espírito e na letra essa Convenção, sem acréscimos ideológicos ou imposições que estão fora da Convenção. Por exemplo, a Convenção sobre a proteção das crianças, em seu preâmbulo, fala da defesa da vida e da proteção das crianças antes e depois do nascimento; enquanto a recomendação que é feita à Santa Sé é a de mudar a sua posição sobre a questão do aborto! É claro que, quando uma criança é morta não existem mais direitos! Então, isso me parece uma verdadeira contradição com os objetivos fundamentais da Convenção que é o de proteger as crianças. Este Comitê não fez um bom serviço às Nações Unidas, tentando pedir à Santa Sé para mudar o seu ensinamento não negociável!”

http://domusmariae.com.br/2014/02/09/a-onu-decide-impor-a-santa-se-como-deve-ser-nossa-doutrina/
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